Agora, José Carlos Castro, pivô da TVI esclarece o falso arranque ao Diário de Noticias: "Foi a primeira vez que me confrontei com uma situação destas. É preciso reagir com improviso quando somos apanhados de surpresa, mas é claro que ninguém gosta de se enganar".
Este primeiro directo surgiu porque era aguardada uma comunicação ao País, por parte de José Sócrates, às 20.00, que acabou por ser feita 40 minutos mais tarde. "Mas naquele stress de estar atento ao que ia ser dito, ninguém reparou bem o que estava a acontecer à hora marcada e seguiu-se para a emissão", adianta um pivô da RTP1.
Pelo que o DN.PT apurou junto de fonte, "só a RTP é que estava autorizada a recolher o sinal em São Bento e distribuir para todos os canais, mas como o directo já estava a ser emitido com som, pensou-se que José Sócrates já estava a falar ao País". Na verdade, os testes costumam ser feitos sem som e foi a partir do facto de tal não ter acontecido que foi gerado o equívoco quer em Queluz de Baixo, quer na Marechal Gomes da Costa, em Lisboa.
Adaptado de: Diário de Noticias
