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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Há frases que ficam no ouvido....

Boa tarde e sejam bem-vindos a mais um "Frases Feitas". Esta semana decidimos voltar a reunir o melhor de uma personalidade numa edição especial da rubrica.
O escolhido foi Marco D'Almeida, ou melhor, o Gonçalo Martins de Mello que é como quem diz, também, o tubarão de "Tempo de Viver".

A pesquisa é do http://marco_dalmeida.blogs.sapo.pt/ e recolhe algumas das melhores pérolas escritas por Rui Vilhena para esta personagem. Divirta-se e já sabe: queremos que partilhe connosco outras de que se lembre!

 Lídia: E não viu por lá ninguém conhecido?
Gonçalo: Ó Tia, eu estava em Nova Iorque... Não estava propriamente no Ramalhal.

Maria Laurinda: A vontade do Afonso era ter um filho.
Gonçalo: Não seja patética. O Afonso nunca foi um homem de vontades. Nem para se levantar da cama. Fazia-o por tédio. Quanto muito, para mudar de cama.

Maria Laurinda: Vá para o Inferno!
Gonçalo: Já fui…

Gonçalo: Celina!
Celina: Estou aqui, senhor.
Gonçalo: Ah, você está…. Mas o café não.

Fotógrafo: (para Gonçalo e Maria Laurinda) Podem juntar-se só mais um pouco?
Gonçalo: Nós por acaso estamos com ar de quem quer recordar este momento?! Palhaço...

Gonçalo: (para Artur) Quer que eu mande buscar as armas? Ou isto resolve-se com meia-dúzia de gritos?

Gonçalo: A Raquel não me quer ver nem pintado de ouro.
Lídia: Ó querido, entao vá pintado de verde. Verde-dólar.

Raquel: A Bárbara?? O Braúlio foi para a cama com a Bárbara?!?
Gonçalo: Se calhar ele estava a precisar de álcool para desinfectar alguma coisa lá em casa!

Gonçalo (sobre Fausto): Ah!... "ajudar"... Sabe uma coisa, a única pessoa que o Doutor Fausto alguma vez ajudou foi aquele senhor que aparece nas notas. Sabe? Ele estava com frio na rua e o Doutor Fausto guardou-o no bolso…

Fausto: Este é o Hugo, um amigo meu.
Filipe: (aperta a mão a Hugo) Muito prazer.
Gonçalo: Tu também tens prazer com cada coisa...

Gonçalo: Sabe, Marta, há duas coisas que as pessoas compram a alguém com um ar de enterro: caixões e impressos das Finanças

Gonçalo (para Raquel): Eu não percebo qual é a urgência de ir falar com o Artur. O homem por acaso é o Papa e vai ter de nos dar a bênção?

Mónica: Bom posso sair ou...
Gonçalo: (interrompe-a) Não. Você uma vez mostrou-me as suas habilitações linguísticas. Agora mostre-me as auditivas. Sente-se, cale-se e ouça!

Gonçalo: O Bernardo é incapaz de matar uma mosca com medo que ela seja a última de uma espécie qualquer em extinção!

Antónia: Olhe, chame por Deus, prometa o Greenpeace, faça o que for preciso, mas mantenha-me aqui o Bernardo!
Gonçalo: Mamã, eu não tenho o dom da palavra do Gandhi, muito menos o dom da pachorra do Dalai Lama, por isso só vou fazer aquilo que posso.

Gonçalo: O Fernando na prisão? Mais depressa acreditava na detenção do coro de Santo Amaro de Oeiras!

Gonçalo: Por mim até podem vir a Rita, a Lídia, o Abominável Homem das Neves, o King Kong... Por mim podem vir todos cá para casa. Eu saio.

Gonçalo: (para Lídia, sobre Antónia) Fale você, e fale do seu filho, dos seus bicos de papagaio, ou do que quiser. Mas não lhe fale de problemas!
Lídia: M-mas se o menino...
Gonçalo: Percebeu?
Lídia: (com uma voz sumida) Percebi... Mas talvez se o menino me deixasse explicar...
Gonçalo: Mas não deixo. E sabe porquê, Tia? Porque o que a Tia tem para me dizer interessa-me tanto como a vida íntima de uma avestruz.

Gonçalo: Mesmo que tentássemos implantar uma alma dentro destas pessoas, o corpo delas rejeitava-a.

Gonçalo: Eu sou como Cristo… Estou de volta!